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A magia por trás dos jogos “solitários”


Eu tenho um viés meio antissocial. Trabalhei durante a madrugada em duas ocasiões. Havia algo meio terapêutico naquela silenciosa solidão de horas do meu expediente. Quando comentava isso com meus amigos, eles me davam um olhar equivalente a se eu tivesse acabado de confessar ser um serial killer. A maioria das pessoas abomina solidão; eu, por outro lado, a abraço.

Não sempre, claro: tenho a natural necessidade do convívio social também. É que ficar sozinho para mim é um momento de colocar os pensamentos em ordem. Chegar em casa e encontra-la vazia é um dos pequenos prazeres da minha vida.

Acho que o mecanismo psicológico em ação é o seguinte: já vivo cercado por tanta gente, obrigado por normas culturais a interagir com inúmeras pessoas durante o dia a dia, que um pequeno período de isolamento é fundamental pra minha saúde mental.

Não é coincidência que esta faceta da minha personalidade se estenda aos meus jogos favoritos. Estava pensando aqui nos jogos que mais me causaram um impacto e notei que todos eles tam uma característica em comum: a solidão. Jogos como por exemplo…

Shadow of the Colossus

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